Eles devem avaliar os desdobramentos da crise no
sistema penitenciário do Maranhão. Outro assunto que deve ser discutido é a
entrada ilegal de novos haitianos no Acre, pela fronteira com o Peru.
Nessa quarta-feira (15), um mutirão judiciário começou
um levantamento sobre a situação dos presos no
Complexo Penitenciário de
Pedrinhas. Cinco salas foram reservadas no Fórum de São Luís para os trabalhos,
que reúnem 22 juízes, 28 promotores de Justiça e 21 defensores públicos do
estado.
O objetivo é identificar presos temporários ou que
já cumpriram suas penas e podem ser colocados em liberdade. O mutirão também
pretende fazer um levantamento dos presos de menor periculosidade, que podem
receber penas alternativas ou serem colocados em liberdade condicional com o
uso de monitoramento eletrônico.
A crise no sistema prisional maranhense culminou com
a morte de uma criança e com quatro pessoas feridas depois que bandidos
colocaram fogo em ônibus em São Luís. A ordem para os ataques partiu de dentro
da Penitenciária de Pedrinhas, onde duas facções rivais brigam pelo controle do
presídio.
Com informações do Imirante, edição Blog do
Luís Cardoso.
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